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18/11/2018 23:27

Dr. João Félix: “O mundo sistêmico me fez humanamente mais rico”

Em novembro  de  2016,  a convite da jornalista Creuza Medeiros, tive o privilégio de conhecer um dos gurus sistêmicos do Brasil, o Renato Bertate, no Workshop promovido pelo Instituto OCA com tema  Saúde – A Doença vista e abordada com a visão sistêmica. Foi muito interessante por ser meu primeiro contato com esse mundo até então novo e misterioso para mim. 

Como algumas pessoas me falaram na ocasião, foi certeiro: o mundo sistêmico é viciante, nos fisga pela alma.

De fato abriu um vasto horizonte, a percepção do ser humano em sua plenitude, a carga genética, emocional e o fenomenológico atuando para que consigamos continuar a vida.

 Pela primeira vez tive acesso a uma visão da doença diferente de tudo que vi na minha formação como médico ginecologista e obstetra, com o mestrado e o Doutorado em Ciências da Saúde, bem como na minha vida profissional, com mais de duas décadas de vivências na área.

A visão da doença como uma linguagem do corpo sinalizando para olharmos para algo não visto, não percebido ou excluído. O que se manifesta no presente pode ter relação com eventos pregressos nos diversos sistemas aos quais o ser humano está inserido, notadamente o sistema familiar.  

A PósCom o despertar e sensibilidade mais aguçada surgiu a oportunidade de cursar a   pós graduação em Educação Sistêmica Fenomenológica. Como sou Professor Adjunto do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia do Curso de medicina da UFMT e da UNIVAG, enxerguei ali a oportunidade de melhorar como pessoa e profissional. O objetivo era agregar conhecimentos e ter mais a oferecer na minha área de atuação.

Foram dois anos de módulos mensais com professores nacionais, nomes consagrados e de excelente qualificação e capacitação técnica, profissionais com excelente   nível de capacidade para o ensino.

Foram módulos ricos, profundos, diversos, com uma bagagem de conteúdo e pessoas plurais. A jornada para o conhecimento, acima de tudo, de si mesmo. Como dito em um dos módulos: “Para exercer a arte de curar você precisa primeiro se curar”.

Foi um despertar para o mundo sistêmico, com ganho de qualidade no meu exercício profissional. Aprofundar os conhecimentos na área, com abordagem mais sociológica, antropológica e psicológica trazendo luz para o ser humano que está à nossa frente como um ser que é o fruto da interação de toda a sua bagagem sistêmica: familiar, social, local, nacional.

Tudo está conectado, somos um microssistema em algo maior. A ligação é com a família, a cidade, estado e  País. Compreendê-lo passa pela compreensão de sua história de vida, de sua família, do respeito aos  pais, seu lugar na ordem da família.

É incrível o que esse alemão – Bert Hellinger – traz à luz em sua obra. Destaco “As ordens do amor”. É impressionante o poder, a força e a inteligência com que o amor pode atuar nas pessoas e em seus sistemas. A partir desta visão o mundo fica mais leve e humano. Livres do julgar, condenar, reprimir, oprimir, massacrar, condenar. Simples assim: Humano!

Compreendi o sentido amplo do termo respeitoso, de mundo mais pacífico e diverso. E muito, muito mais feliz!

Sou grato ao Bert  Hellinger e ao Instituto OCA pela nobre oportunidade de ser mais pleno.

Com orgulho agora sou pós graduado em Educação Sistêmica, toda  gratidão!

A caminhada sistêmica continua, é a minha certeza absoluta!

 


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