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19/07/2018 09:16

A grávida está com dor. Que remédio ela pode tomar?

Gestação é um momento mágico na vida da mulher. Tudo está transcorrendo dentro da mais perfeita normalidade até que aparece uma dorzinha chata. O que fazer?

Será que a grávida pode tomar qualquer remédio? O Dr. João Félix orienta que cada caso é um caso, as situações podem variar, devendo prevalecer primeiramente o  bom  senso .

No primeiro trimestre – Nesta fase de formação do embrião humano os  cuidados  com a ingestão de medicamentos devem ser bem  maiores. A recomendação fundamental é buscar orientação com o obstetra responsável pelo acompanhamento da  gestação.

 Algumas substâncias são contra   indicadas nessa fase, sendo a regra de ouro o menos é mais. Quanto menor a dose e menor o tempo de uso, melhor.

A grávida deve deixar para usar remédio quando muito necessário. “Assim você prioriza a segurança e minimiza a exposição a substâncias que não são naturais”, alerta o obstetra.

Ele lembra que o corpo produz endorfinas e outras substâncias, verdadeiros  analgésicos naturais. A dica é observar a dor, caso ela cause muito incômodo, é hora de atender ao pedido de socorro do organismo, podendo recorrer a atendimento médico  e até a realização de exames.  

Outro lembrete é sobre as medidas não medicamentosas que a grávida pode optar para aliviar a dor como massagens, compressas quentes e escalda pés. “São práticas eficientes para  situações específicas. Outra alternativa é  a acupuntura, quando  bem indicada pode ser muito útil e com menor risco de comprometimento da gestação”, recomenda o Dr. João Félix.

Na segunda metade da gestação -  Na segunda metade da gestação  é comum a grávida se queixar de dores na região lombar, no baixo ventre (pé da barriga). Os cuidados com o uso indiscriminado de medicamentos devem continuar.

Todas  as  recomendações descritas anteriormente se  aplicam nessa fase. Primeiro é tentar medidas não farmacológicas, massagens e exercícios como pilates e yoga são muito bem vindos.

Como as queixas mais frequentes estão relacionadas às alterações da própria gravidez, consequência das mudanças fisiológicas da gestação, na maioria das vezes não se trata  de  doenças mais sérias.

O uso de medicamentos deve ser cuidadoso e exclusivamente sob orientação médica.  O alerta é especialmente para os  antiflamatórios, se usados de forma inadequada, em casos extremos, podem levar a danos no coração do bebê.

Perto do parto -  Durante toda a gestação o corpo vai falando, os desconfortos são inevitáveis. A paciência é vital, é preciso dar tempo para a fisiologia do corpo, escutá-lo.

“Especialmente ao final da gravidez são adequados banhos mornos e exercícios de relaxamento. Em casos mais extremos o analgésico pode  ser usado, e somente quando a dor da paciente está chegando ao limite do suportável”, recomenda o Dr. João Félix.

Este é um momento onde a grávida precisa ficar muito atenta a qualquer sinal diferente no  corpo. “Se tiver dúvida, não fique esperando. Qualquer dor precisa ser avaliada com mais cuidado. Em caso de perdas de líquido ou sangue (em qualquer quantidade)  ou diminuição dos movimentos do bebê, procure atendimento médico imediatamente”, finaliza o Dr. João.


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